Prateleiras vazias representam perdas para o fornecedor e o varejista
Sabe aqueles buracos encontrados entre os produtos expostos nas prateleiras dos supermercados? Pois bem, eles são conhecidos como ruptura, somam crescentes perdas e afetam diretamente o faturamento das empresas. “Tanto que o varejo passou a levantar as vendas perdidas perguntando diretamente ao cliente se este percebeu a falta de alguma mercadoria e, assim, tem ajustado dinamicamente seus estoques”, destaca Daniel Gasnier, diretor da IMAM Consultoria, em recente reportagem da revista Intralogística.
Papel do TMS
É importante entender que tanto o varejo quanto os fornecedores perdem com a ruptura. E a razão é simples: quando um produto não é encontrado na loja, sua imagem é prejudicada e o consumidor pode deixar de procura-lo ou, na pior das hipóteses, pode associa-lo a uma marca difícil de encontrar. Isso significa que independente de como a rede for abastecida, abastecimento direto (do fornecedor para o estoque de loja) ou indireto (do fornecedor para o centro de distribuição e do CD para as lojas), a responsabilidade quanto à qualidade e à eficiência do sistema de transporte deve ser de todos.
E partindo do ponto de vista do embarcador de carga, o TMS pode oferecer importantes vantagens para as operações, proporcionando maior transparência ao sistema de distribuição.
As operações brasileiras da Diageo e da Pepsico apresentam bons resultados. Segundo Ricardo Gorodovits, diretor comercial da GKO Informática, empresa responsável pela implementação dos sistemas, o TMS contribuiu indiretamente para a redução dos níveis de rupturas dessas marcas. Segundo Fabiana Gonçalo, analista de transportes da Diageo, a distribuidora de bebidas necessitava de um sistema que fornecesse as informações referentes aos valores dos fretes, que pudesse parametrizar tolerâncias ou avaliar o desempenho das transportadoras e obter relatórios em geral. “o sistema GKO FRETE permite a escolha do melhor frete de acordo com o nível de serviço a ser demandado às transportadoras”, explica Ricardo Gorodovits.
Fonte: Revista Intralogística